Supercomputadores e Astrônomos Revelam Evidências da Existência de Matéria Escura

Usando poderosos supercomputadores, astrônomos da Universidade de Durham confirmam mais provas da existência de matéria escura – a substância misteriosa que acredita-se ser a força que mantém o Universo unido.

Publicado 26/09/2023 às 12:25 por Alex Torres

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A representação de uma galáxia simulada representa os principais componentes de uma galáxia: as estrelas (azul), o gás a partir do qual as estrelas nascem (vermelho) e o halo de matéria escura que envolve a galáxia (cinza claro).

Galáxias Simuladas e Matéria Escura

Os cientistas demonstraram que o tamanho e a velocidade de rotação das galáxias estão relacionados ao seu brilho de forma semelhante ao que é observado pelos astrônomos.

Teorias Alternativas

Até agora, as teorias da matéria escura previam uma relação muito mais complexa entre o tamanho, a massa e o brilho (ou luminosidade) das galáxias do que é realmente observado. Isso levou os cientistas que não acreditam na matéria escura a propor teorias alternativas que parecem explicar melhor o que vemos.

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A pesquisa liderada pelo Dr. Aaron Ludlow, do Instituto de Cosmologia Computacional, foi publicada na revista científica Physical Review Letters.

Os cosmólogos acreditam que mais de 80% da massa total do Universo é composta de matéria escura.

Explicações Convicentes

As teorias alternativas incluem a Dinâmica Newtoniana Modificada (MOND), que fornece uma descrição mais simples da relação entre o brilho e a velocidade de rotação, observada em galáxias de todos os tamanhos e formas.

A equipe de Durham utilizou supercomputadores poderosos para modelar a formação de galáxias de diferentes tamanhos, condensando bilhões de anos de evolução em algumas semanas.

Resolvendo um Problema Antigo

Dr. Ludlow afirmou: “Essa descoberta resolve um problema antigo que tem incomodado o modelo de matéria escura por mais de uma década. A hipótese da matéria escura continua sendo a principal explicação para a fonte da gravidade que une as galáxias. Embora as partículas sejam difíceis de detectar, os cientistas devem continuar perseverando”.

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